Guimarães – Berço da Nacionalidade

A cidade, situada na bacia do Rio Ave, integra a Província do Minho, no noroeste de Portugal. Está localizada num vale, aos pés do Monte da Penha, que domina toda a paisagem, e permite a quem atingir o seu topo uma vista que se estende até ao Oceano Atlântico.

Guimarães é sede de um concelho com 258Km² e cerca de 170.000 habitantes, onde predomina uma vasta área de grande fertilidade agrícola. É também dos concelhos mais jovens de Portugal, e um dos mais industrializados.

Guimarães é considerada o "berço da nacionalidade portuguesa" pois, para além de, segundo a tradição, aqui ter nascido o primeiro rei de Portugal, também foi neste local que se deram os acontecimentos mais marcantes que conduziram à independência de Portugal. Situa-se no Baixo Minho, região onde o verde se espraia sobre a terra, cobrindo os seus montes com extensos pinheirais, e os vales com altos vinhedos e frescos milheirais, que dão à terra uma característica única no conjunto do território português.

 

Turismo

São muitos os visitantes que, nos meses de Verão e sobretudo durante as Festas Gualterianas, acorrem a Guimarães vindos de todas as partes do país ou do estrangeiro para visitar a cidade onde, no 24 de Junho de 1128 se escreveu verdadeiramente a primeira página da história de Portugal (Batalha de S. Mamede).

A Colina Sagrada com os seus monumentos ligados à Fundação da Nacionalidade - Castelo, Igreja de S. Miguel e monumento ao Rei Fundador, bem como o Paço dos Duques de Bragança,- são o principal chamariz turístico para quem nada mais conhece de Guimarães senão o que os primeiros elementos da história pátria ensinam.

Mas o visitante que se embrenha no interior da cidade muralhada tem logo uma  primeira impressão de surpresa ao descobrir em cada esquina, rua ou praça, elementos construtivos de rara beleza arquitectónica. É a maravilha da descoberta, palmo a palmo, de elementos que traduzem mistérios do passado, desde as pedras da calçada pisadas pelos cascos ferrados dos cavalos do Conde D. Henrique, ou de Tibaldi, às belíssimas igrejas ou casas solarengas devidas à imaginação de mestres arquitectos ou pedreiros de nomeada, quando a arte de trabalhar a pedra era profissão que exigia conhecimentos mais apurados. Tenha também o prazer de descobrir a nossa Cidade...

Centro Histórico

É do domínio público, e ultrapassou as suas fronteiras, uma ideia de qualidade associada com o nome e a imagem do "Centro Histórico" da Cidade de Guimarães.

Nacionalmente e internacionalmente foi-se construindo o reconhecimento e o interesse pelo rigor dos critérios e os discretos cuidados com que durante alguns anos a autarquia Vimarenense foi processando e patrocinando uma intervenção que, suscitando formas e renovando funcionalidades, reabilitou para a cidade e para o presente antigas e esquecidas espacialidades.

Em anos mais recentes foram concretizados alguns projectos e ambições antigas.

O trabalho de reabilitação do Centro Histórico, pelo seu rigor de intervenção e carácter exemplar, recebeu já o prémio Europa Nostra em 1985, o 1º prémio da Associação dos Arquitectos Portugueses em 1993 e o prémio da Real Fundação de Toledo em 1996.

Património natural e cultural

O concelho de Guimarães é rico em património natural e cultural, pelo que se impõe, a quem visita a cidade, um olhar demorado sobre o interior rural, com as suas matas, ribeiros, e quintas e uma população cuja linguagem representa ainda reminiscências vocabulares que denunciam afinidades com os termos latinos usados no início da evolução do idioma.

Extraordinariamente rico é o património cultural concelhio, enriquecido ao longo das décadas com elementos arquitectónicos sempre novos, como as construções megalíticas de Polvoreira, as citânias, castros ou fortificações medievais, as pontes, castelos, torres ou muralhas, mosteiros e conventos, igrejas, capelas e ermidas, santuários no alto dos montes, padrões, cruzeiros, nichos e alminhas, sem falar dos palácios, solares, casas senhoriais antigas, fontes ou chafarizes, disseminados pelas 73 freguesias que constituem Guimarães.

Penha

O monte da Penha situa-se a cerca de 7Km do centro de Guimarães e a 607m. de altitude, de onde se pode desfrutar de uma vasta panorâmica.

Este monte terá sido habitado desde tempos remotos, como comprovam os objectos aí encontrados e recolhidos pelo Museu da Sociedade Martins Sarmento.

Dos pontos de interesse destacam-se o Santuário da Srª da Penha, a Gruta do Ermitão, a capela da Srª do Carmo e uma escultura consagrada aos aviadores portugueses, que realizaram a primeira travessia aérea do Atlântico Sul.

Teleférico

Inaugurado em 24 de Junho de 1995, O Teleférico constitui uma antiga aspiração dos vimaranenses. Este aparelho, cuja designação técnica correcta é telecabina (o cabo principal de tracção e suporte é único), tem uma extensão total de 1629 metros e vence um desnível de 362 metros. Está equipado com 40 cabinas de 6 lugares que lhe conferem um fluxo máximo de 1000 passageiros/hora, constituindo assim uma alternativa interessante à rede viária existente. Este tipo de telecabinas, largamente difundido e testado nos países com desportos de inverno, está preparado para receber os passageiros com toda a segurança e conforto e é o único existente em Portugal.

Armas e Bandeira

A constituição heráldica das armas, bandeira e selo municipais de Guimarães foram aprovados pelo Ministério da Administração Interna, através da Portaria 13/85 de 9 de Março, publicada pelo Diário da República.

É a seguinte a constituição heráldica:
ARMAS
- Ouro, imagem de Nossa Senhora com o menino, vestida de vermelho e com um manto azul, todo brochado de ouro, coroas de ouro perfiladas a negro, sobre dois ramos de oliveira a verde, frutados a negro e atados em ponta, a vermelho. A imagem é acompanhada em chefe de dois escudetes a azul polvilhados de besantes de prata. Coroa mural de cinco torres de prata. Listel com as letras a negro Guimarães.
BANDEIRA
- Gironada a branco e verde, cordões e borlas de prata e verde. Haste e lança de ouro.

In site da Câmara Municipal de Guimarães
Fotografias (excepto Castelo à noite, teleférico e
bandeira)  de Luís Ferreira Alves - Expresso 1999/Abril/17

 

 

 

 

 


Quartos e Suites
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